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Censo 2010 mostra que a taxa de mortalidade infantil chegou a 15,6% no Brasil. Dessa maneira, o País já atinge uma das metas dos ODMs

A cada mil crianças nascidas vivas no ano 2000, no Brasil, apenas 29,7 completavam o primeiro ano de vida. Isso mostra que a taxa de mortalidade infantil era de 29,7%. Ao longo de 10 anos, esse índice reduziu praticamente pela metade, chegando a 15,6%, segundo os dados do Censo 2010, divulgados ontem (27/4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse novo percentual, que está dentro das expectativas do Ministério da Saúde, revela que o Brasil já alcançou os índices de redução definidos pelas metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs), acordo internacional que prevê uma taxa de mortalidade infantil de 15,7% no País para 2015.

A região Nordeste, que historicamente concentra os maiores índices, apresentou a maior redução, de 59%. Em 2000, 44,7 crianças – a cada mil nascidas vivas – morriam antes de um ano. Atualmente, a taxa é de 18.5%.

“Essa redução faz parte da expansão da Atenção Básica e reflete o compromisso do Ministério da Saúde para acelerar a redução das desigualdades no Nordeste e na Amazônia Legal dentro do Pacto pela Redução da Mortalidade Infantil, da ampliação da Estratégia Saúde da Família (ESF) e de ações já preconizadas para a melhoria da atenção integral a saúde das crianças”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A pesquisa do IBGE também traz dados sobre a fecundidade das brasileiras. As famílias estão cada vez menores, e as mulheres estão adiando a maternidade. Uma boa notícia é a redução da taxa de adolescentes gestantes. As mulheres entre 15 e 19 anos que se tornaram mães passou de 18,8% a 17,7%.

“Para muitas mulheres, tornar-se mãe é um sonho. É importante que toda brasileira possa escolher o momento para torná-lo realidade”, conclui Padilha.

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