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Recife sedia 1° Encontro Internacional de Yoga

15 de outubro de 2014 | postado por Cinthya Leite

A ciência moderna à luz da ioga milenar é um dos temas apresentados (Foto: Free Images)

O Centro Cultural Georges Stobbaerts e a Associação dos Profissionais de Yoga de Pernambuco promovem, neste fim de semana (dias 18 e 19 de outubro), o 1° Encontro Internacional de Yoga. O evento tem como tema central a importância da ioga numa sociedade em transformação. O encontro será realizado no auditório da JBR Engenharia, no bairro de Campo Grande, na Zona Norte do Recife.

Praticantes ou não de ioga podem participar de palestras e oficinas com professores e estudiosos indianos, argentinos e portugueses, além de grandes nomes nacionais. Já estão confirmadas as presenças dos seguintes palestrantes: Harbans Lal Arora (Índia), Andre de Rose (SP), Marta Molinero (Argentina), Amândio Figueiredo (Portugal), Giliate Coelho (PE) e José Gabriel Trindade (Portugal).

Entre os temas apresentados, estão razão e educação, novos rumos da ioga antiga nos tempos modernos, a ciência moderna à luz da ioga milenar e meditação no mundo atual. Os professores Hermógenes, pioneiro no ensino de ioga no Brasil, e Georges Stobbaertes, fundador da Escola Tenchi Internacional e falecido no início do ano, serão homenageados.

Os interessados em participar do encontro devem se inscrever no site eiyoga.tumblr.com. As vagas são limitadas. Além da JBR Engenharia, que tem tradição de apoiar eventos culturais, o 1° Encontro Internacional de Yoga conta com o apoio da Bandeirantes Mídia Exterior e da Becorel. Mais informações: 81 3076-3936 e 81 9961-0315.

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O Colégio Boa Viagem, no Recife, iniciou uma campanha de arrecadação de lenços que serão doados para mulheres em tratamento contra o câncer de mama no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip). Já foram recebidas mais de 80 peças. A campanha segue até o dia 23 deste mês.

Já foram arrecadados mais de 80 lenços (Foto: Divulgação)

Os interessados em doar podem depositar o lenço em uma das caixas que estão no corredor principal do colégio, localizado na Rua Professor Eduardo Wanderley Filho, nº 539, Boa Viagem. Mais informações: 81 3465-4444.

Dia Mundial de Lavar as Mãos: gesto simples pode evitar doenças

15 de outubro de 2014 | postado por Cinthya Leite

Pessoas que lavam as mãos com maior frequência relatam menos casos de doenças infecciosas (Foto: Divulgação - Site stock.xchng)

Há seis anos, uma iniciativa público-privada criou o Dia Mundial de Lavar as Mãos (Global Hand Washing Day) e deu início a uma campanha educativa pela lavagem das mãos de forma correta, com água e sabão, com o objetivo de engajar a população a adotar esse hábito e, dessa maneira, erradicar doenças causadas pela falta de higiene.

A data é celebrada no Brasil desde 2010 e contribuiu mundialmente para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, que visam reduzir o índice de morte entre crianças menores de 5 anos em dois terços até 2015.

Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), cerca de 5 mil crianças morrem de doenças diarreicas (desidratação), e a metade dessas mortes poderia ser evitada se os pequenos desenvolvessem o costume de se lavar as mãos com sabão, antes do almoço e depois de ir ao banheiro. Esse hábito, por sinal, pode reduzir em 50% a incidência das taxas de diarreia entre crianças menores de 5 anos.

A conscientização tem ainda um papel importante para ajudar na diminuição de episódios de doenças e nos prejuízos que geram, como mostra a pesquisa O custo das doenças do dia a dia, realizada recentemente por Lifebuoy, em parceria com a Escola de Higiene Tropical de Londres, centro líder mundial de pesquisa em saúde pública global.

Segundo o estudo, uma família brasileira gasta cerca de R$ 1.150 por ano com episódios de doença causadas por germes e bactérias. Foi constatado que as famílias entrevistadas experimentaram, pelo menos, um surto de infecção, totalizando uma prevalência de 52,5%. Esse percentual sobe para 74,2% entre crianças de 5 e 15 anos de idade. A pesquisa mostra que apenas 4,37% das mães entrevistadas reconheceram o sabonete entre os meios de prevenção de doenças causadas por germes e bactérias.

É importante que a lavagem das mãos com água e sabonete seja feita, no mínimo, em cinco momentos do dia em que ficamos mais expostos à transmissão: antes do café da manhã, do almoço e do jantar, como também logo após usar o banheiro e ao chegar em casa. Além disso, esse hábito é uma das principais recomendações feitas atualmente para impedir a propagação do vírus da gripe H1N1.

#SouDentistaSangueBom: cirurgiões-dentistas promovem campanha com o Hemope

14 de outubro de 2014 | postado por Cinthya Leite

Hemope recolherá doações na sede do Recife (Foto: Divulgação)

Em comemoração ao dia do cirurgião-dentista (25/10), o Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco (CRO/PE), em parceria com a Faculdade de Odontologia de Pernambuco (FOP/UPE), o Hemope e a Secretaria de Saúde de Pernambuco, lançam a campanha #SouDentistaSangueBom. A ação, prevista para ser realizada entre os dias 20 e 25 de outubro, tem como público-alvo direto os cirurgiões-dentistas do Estado que desejem promover o bem.

Uma página no Facebook (www.facebook.com/SouDentistaSangueBom) convida os profissionais a entrarem no clima da campanha. O Hemope recolherá as doações em sua sede no Recife (Rua Joaquim Nabuco, 171, no bairro das Graças).

Além disso, é possível fazer doação nas Regionais de Saúde espalhadas nas cidades do interior: Palmares, Caruaru, Garanhuns, Arcoverde, Serra Talhada, Salgueiro, Ouricuri e Petrolina. A campanha conta também com o apoio da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), do Sindicato dos Odontologistas no Estado de Pernambuco (Soepe), da Faculdade ASCES, do Laboratório Júlio, da Padrão e do OdontoShop/Saudental.

Unifesp realiza estudo inédito no País contra dependência química

14 de outubro de 2014 | postado por Cinthya Leite

Iboga, planta encontrada em países africanos, é usada para produção da ibogaína, medicamento que pode interromper a dependência de crack e outras formas de vício (Foto: Internet)

A ibogaína, medicamento obtido da raiz da iboga, planta encontrada em países africanos, principalmente no Gabão, pode interromper a dependência de crack e outras formas de vício em 72% dos casos. É o que revela a pesquisa brasileira inédita, conduzida pelo departamento de psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e publicada pelo The Journal of Psychopharmacology, da Inglaterra, uma das publicações mais relevantes na área de psicofarmacologia do mundo.

Liderado pelo psiquiatra Dartiu Xavier,  o estudo, realizado entre janeiro de 2005 e março de 2013, envolveu 75 pacientes dependentes de várias drogas, como cocaína, crack, álcool e outras menos comuns. Desses, 55% dos homens e 100% das mulheres ficaram livres do vício por, pelo menos, um ano. “Esse prazo de abstinência costuma ser considerado satisfatório para se falar em cura”, afirma Xavier.

Já Bruno Chaves, especialista em clínica médica e um dos idealizadores do estudo, ressalta que o período em que os pacientes conseguiram ficar abstinentes foi significativamente maior após o tratamento com ibogaína,em comparação com os períodos de interrupção da dependência conseguidos pelos mesmos pacientes antes dessa experiência. Segundo ele, os tratamentos tradicionais  alcançam resultados semelhantes em 5% a 10% dos casos.

Além de interromper a dependência por um período prolongado, o levantamento também identificou que a intervenção com a substância melhora a qualidade de vida dos usuários de drogas, já que foi verificado que a maioria deles voltou a estudar, a trabalhar e a se relacionar adequadamente na sociedade.

O medicamento atua em duas frentes nos pacientes: aumenta uma substância já conhecida no cérebro, que repara as sinapses danificadas e cria novas conexões entre os neurônios, o que recupera parcialmente o dano causado pelas drogas. Concomitantemente a esse mecanismo, ocorre um reequilíbrio dos neurotransmissores e, por consequência, a proporção adequada entre serotonina, dopamina e noradrenalina, responsáveis pelas sensações de prazer.

Por outro lado, a ibogaína atua no campo psicológico do paciente. É comum o relato de uma certa confusão mental. “Durante os efeitos da medicação, os pacientes referiram experiências e vivências intensas, revivendo coisas que aconteceram em suas vidas”, afirma o psiquiatra Xavier.

EFEITOS ADVERSOS

Embora tenham ocorrido reações como tonturas, tremores, náuseas, dores de cabeça e confusão mental, por até 24 horas após o início do tratamento, não houve registro de efeitos adversos graves nos pacientes pesquisados, como arritmias cardíacas ou mortes. ”O tratamento com ibogaína realizado em hospital, com acompanhamento médico constante, medicação de boa qualidade e procedência, em pacientes motivados, é seguro e sem complicações”, garante Chaves.

De acordo com ele, os pacientes receberam acompanhamento por até três anos após a primeira sessão de terapia e, nesse período, não foi verificada nenhuma sequela física ou psicológica. Ele também ressaltou que uma das principais vantagens do uso da ibogaína contra a dependência química é que, enquanto o paciente que recebe tratamento tradicional fica cerca de nove meses internado, aquele que vivencia a experiência psicodélica passa, no máximo, 48 horas recluso.

ACESSO À IBOGAÍNA

Apesar de ser utilizada na recuperação de dependentes químicos há algumas décadas em vários continentes, a terapia à base da iboga (raiz cujo princípio ativo é a ibogaína) continua proibida em alguns países. No Brasil, embora não existam restrições legais à ibogaína, o uso da substância como medicamento não está regulamentado. Os tratamentos  podem ser considerados como uma alternativa para os casos mais graves de dependência química. As sessões com ibogaína são feitas a partir de produtos importados, autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

campanha pela sade
 
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